Professor: Evandro

Caros visitantes. Sejam bem vindos! Este blog tem como finalidade facilitar a aprendizagem de todos os conteúdos relacionados a esta diversidade cultural presente em nosso dia a dia. aproveitem a oportunidade para a troca de informações e familiarização com recursos tecnológicos do mundo da informática. Boa aprendizagem!!!

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Os 30 lugares mais bonitos do mundo




Os 30 lugares mais bonitos do mundo


Lugares mais bonitos do mundo

1. Lake Powell, Utah/Arizona – EUA
2. Parque Nacional dos Lagos Plitvice/Karst – Croácia
                                                             3. Zanzibar – Tanzânia
                                                             4. Ilhas Phi Phi/Krabi – Tailândia
                                           5. Hurghada – Egito
                                                             6. Trilha Ha’iku- Havaí
                                                             7. Victoria Falls – África
                                                             8. Ilhas Lavezzi – França
                                                             9. Parque Nacional Jasper  – Canadá
                                                           10. Península Yucatán – México

11. Torres del Paine – Chile
torres del paine                                                           12. Cordilheira Huayhuash – Peru
                                                           13. Montanha K2 – Paquistão
                                                 14. Túnel do Amor – Ucrânia
                                                            15. Arquipélago de Bazaruto – Moçambique
                                                           16. Geleira Perito Moreno – Argentina
                                                            17. Keukenhof Park – Holanda 
                                             18. Trolltunga – Noruega
                                                           19. Grande Barreira de Corais – Austrália
                                                   20. Vale Verzasca – Suíça

21. Queda d’água Dunns – Jamaica
                                                 22. Cânion de gelo – Groelândia
                                              23. Pamukkale – Turquia
                                                           24. Gruta do Lago Azul – Brasil
                                                            25. Halong Bay – Vietnã
                                                           26. Big Lagoon – Filipinas
                                                            27. Grande Muralha – China
                                                            28. Svartifoss – Islândia

                                                           29. Seventy Islands – Palau
                                                           30. Zaquintos – Grécia








às novembro 22, 2017 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

ORIGEM E FORMAÇÃO DA BÍBLIA




"1. Indícios e evidências históricas O período histórico da formação da Bíblia situa-se entre 1100 a. C. ou 1200 a. C. a 100 d. C. Provavelmente, a mais antiga parte escrita da Bíblia é o Cântico de Débora, que se encontra no livro dos Juízes (Jz, 5). Quando os hebreus chegaram a Canaã, já havia na terra um certo desenvolvimento literário, como por exemplo, o alfabeto fenício (do qual se derivou o hebraico), que já existia no século XIV a. C. Os judeus chegaram lá por volta do século XIII a.C. Outro documento desta época é o calendário de Gezér, que data mais ou menos do ano 1000 a.C. É uma indicação de datas para uso dos agricultores. É o documento mais antigo encontrado na Palestina. Outro documento também muito antigo é o sarcófago do Rei Airam, que contém uma inscrição e foi encontrado nos séculos XIV ou XV a. C., em Biblos. Há ainda umas tabuletas encontradas em Ugarit (em 1929), onde estão escritos uns poemas semelhantes aos salmos, datando dos séculos XIV ou XV a. C. Além destes, há outros documentos provando que já havia uma escrita na Palestina, antes dos hebreus chegarem lá. A inscrição do túmulo de Siloé (700 a. C.), explicando como foi feito; os "óstracon", de Samaria, onde há uma espécie de carta diplomática, são documentos que provam a continuidade de uma atividade literária. Em Juizes 8,14, o autor descreve um acontecimento ocorrido mais ou menos em 1100 a.C. E em que língua foi escrito este fato pela primeira vez, na época em que aconteceu? Provavelmente no alfabeto fenício (pré-hebraico). 2. A tradição oral e a tradição escrita A parte mais antiga da Bíblia remonta justamente deste tempo (1100 a.C.), quando a escrita ainda não estava bem definida, e é oral. Desde este tempo já se fora criando uma tradição, que existia oralmente e era transmitida aos novos pelos mais velhos nas reuniões que havia nos santuários. Por este tempo, só eram relatados os acontecimentos do deserto, do Sinai, da aliança de Deus com o povo. Mas os jovens queriam saber o que havia acontecido antes disto. Então foram sendo compostas as histórias dos Patriarcas. Mas, e antes deles, antes de Abraão? Passaram à história da criação do mundo. Por isso, se afirma que a parte mais antiga da Bíblia é o Cântico de Débora, no livro dos Juizes. A partir daí, fez-se um retrospecto didático-histórico. Como dissemos, estas histórias iam sendo passadas oralmente de pai a filho, nos santuários. Acontece que nem todos iam para os mesmos santuários, o que motivou a existência de pequenas diferenças na catequese do norte e na do sul. A tradição do sul foi chamada de JAVISTA (J), pois Deus era tratado sempre por Javé; a do norte se chamou ELOISTA (E), porque Deus era tratado como Eloi. A tradição oral existiu até os tempos de Daví, quando foi escrita a tradição javista; meio século depois, foi escrita também a eloista. Por volta de 721 a.C., na época, da divisão dos reinos, quando Samaria foi destruída pelos assírios, muitos sacerdotes do norte fugiram para o sul e levaram consigo a sua tradição. A partir de então, as duas foram compiladas num só escrito. Falamos das duas tradições: uma do norte e outra do sul. Mas não existiam apenas estas duas, que são as principais. Há ainda a DEUTERONOMICA (D), encontrada casualmente em 622 a. C. por pedreiros, que trabalhavam num templo. Corresponde ao livro Deuteronômio da Bíblia atual. Após esta, surgiu a SACERDOTAL (P), nova compilação das catequeses antigas de Israel, datada do século VI a.C. Ao fim, estas quatro tradições foram combinadas entre si e compiladas em 5 volumes, dando origem ao Pentateuco da Bíblia atual. Na tradição Javista, Deus é antropomórfico. Na Sacerdotal, Deus é poderoso, está acima do tempo, o que significa um progresso no conceito de Deus que o povo tinha. A redação do Pentateuco se deu pelo ano 398 a.C. e compreendia a primeira parte da Bíblia judaica. A partir de Josué, a tradição continuou oral, para ser escrita somente por volta de 550 a.C. E foram escritas do modo como o povo contava. Por isso não se pode dar a mesma importância histórica aos fatos descritos nestes livros em relação a outros posteriores, pois alguns fatos narrados foram baseados na tradição popular, enquanto que outros foram baseados em documentos de arquivos (anais do Reino). Este é um grande desafio para os estudiosos e também uma fonte de divergências. 3. Os Intérpretes - Profetas e Sábios Durante muito tempo, os profetas foram os orientadores do povo de Deus. Os livros proféticos resumem os seus ensinamentos, e na sua maioria foram escritos só mais tarde, por seus seguidores. Somente por volta do ano 200 a.C. é que foram redigidos os livros proféticos. Os livros Sapienciais foram o resultado de um estilo literário que esteve em moda durante muito tempo, na época posterior ao exílio. São umas reflexões humanistico-religiosas. Passados os profetas, surgiram os sábios que raciocinavam sobre as coisas da natureza, tirando delas ensinamentos para a vida. Foram acrescentados aos livros sagrados nos últimos séculos a.C., sendo os mais recentes livros do AT. 4. A nova tradição da era cristã O NT não foi escrito com a finalidade de ser acrescentado à Bíblia. No tempo de Cristo e dos Apóstolos, o livro sagrado era apenas o AT. O próprio Jesus Cristo se baseava nele em suas pregações. E Ele mandou apenas pregar, e não escrever. Foi quando uma nova tradição oral foi se formando. E após a morte de Cristo, os apóstolos saíram pregando. Mas veio a necessidade de congregar outras pessoas para o anúncio, em vista do grande número de comunidades existentes. Então, começaram a escrever. Mais tarde, com a aceitação também de cidadãos estrangeiros nas comunidades, a mensagem precisou ser traduzida e adaptada. Além disso, o próprio povo necessitava de uma escrita (doutrina escrita) para se conservar una, após a morte dos Apóstolos. Esta redação, no início, era apenas de alguns escritos esparsos, que só depois de algum tempo foram juntos em livros. Exemplo disso está em Mc 2, uma série de disputas de JC com os Judeus, onde se vê claramente que foi recolhida de escritos separados. Também em João se lê: "Muitas outras coisas Jesus fez que não foram escritas..." (Jo 21,24) Isto significa que só foram escritas aquelas mensagens que teriam utilidade, conforme as necessidades momentâneas. O evangelho de Marcos, o primeiro a ser escrito, data dos anos 60 ou 70 d.C.; os de Lucas e Mateus, são de 70 ou 80, o que significa que somente após uns 40 anos da morte de JC sua palavra começou a ser escrita. 0 Evangelho de João só foi escrito em torno do ano 100 d.C. Antigamente, se acreditava ser Mateus o autor do primeiro Evangelho. Mas a critica histórica mostra que o de Marcos foi anterior. Aliás, a respeito deste evangelho de Mateus, não se sabe ao certo quem é o seu autor. Foi atribuído a Mateus, apenas por uma tradição e também por uma praxe da época de se atribuir um escrito a alguém mais conhecido e famoso, para que a obra tivesse mais autoridade. 5. Entendendo algumas dificuldades concretas Durante o tempo anterior á escrita dos Evangelhos, havia apenas a pregação dos Apóstolos, recordando os fatos da vida de Cristo, todavia eram fatos esparsos, sem nenhuma preocupação com seqüência ou unidade. Por isso os Evangelhos, que foram esta pregação escrita, se contradizem em algumas datas, o que mostra a pouca importância dada à cronologia. Os fatos eram recordados e aplicados, conforme as necessidades. Assim, até entre os Evangelhos sinóticos, que seguiram a mesma fonte, há diversificações. Por exemplo, no Sermão da Montanha, em Lucas fala "bem aventurados os pobres"; e em Mateus, "bem aventurados os pobres de espírito". A diferença consiste no seguinte: Lucas deu um sentido social, mais importante para as comunidades gregas, para as quais escrevia. Mas o de Mateus destinava-se às comunidades judias e queria combater uma doutrina dos judeus que tinham uma idéia falsa de pobreza. Para eles, o próprio fato de a pessoa ser pobre, já lhe garantia a salvação, enquanto outra pessoa, pelo simples fato de ser rica, já estava condenada. Por causa disso ele escreveu "pobres de espírito". Outro ponto de discordância é o caso da cura de um cego. Mateus diz "um cego, na saída de Jericó"; e Lucas "dois cegos, na entrada de Jericó". 0 fato da 'entrada' e 'saída' pode ser explicado pela existência de duas cidades chamadas Jericó. 0 fato de serem um ou mais cegos explica-se pelo seguinte: era comum naquele tempo os cegos formarem grupos em torno de um cego-lider; e o nome deste geralmente era o do grupo. No entanto, estes detalhes pouco importam ao evangelho. 0 seu interesse é a apresentação da mensagem (evangélion = boa nova). 6. A fonte comum Os Evangelistas sinóticos se basearam no Evangelho de Marcos e noutra fonte, convencionada por fonte "Q", simbolizando os inúmeros escritos esparsos de que já tratamos. Espalharam cópias destes por outras partes do mundo. Lucas, Mateus, cada um em lugares diferentes, se inspiraram nos escritos disponíveis e inclusive no evangelho de Marcos, que na época já havia sido escrito. O fato do primeiro Evangelho ser atribuído anteriormente a Mateus se deve a uma afirmação de Eusébio de que Mateus escrevera a "logia" do Senhor em aramaico. Mas a crítica histórica provou que o Evangelho que conhecemos não traz apenas a "logia" do Senhor e não foi escrito em aramaico, e sim em grego. Portanto a noticia de Eusébio se refere a outro escrito, e não a este evangelho. Nada impede, porém, que tenha sido escrito por discípulos de Mateus e atribuído ao Mestre. Aliás, a respeito de "Evangelho", o primeiro a usar esta palavra para indicar as memórias dos Apóstolos foi S. Justino, em 130 d.C. 7. As Cartas As cartas de Paulo foram enviadas para serem lidas em público. Em I Tes 5, 27 há uma alusão a isto. Havia também o intercâmbio das cartas, como se lê em Col 4,16: "mostrem esta carta para Laodicéia e tragam a de lá para vocês". Aos poucos as cartas foram colecionadas, e no fim do I século já se tem notícia delas, quando em II Ped 3,15 se lê: "...nosso irmão Paulo vos escreveu conforme o dom que lhe foi dado... " As cartas de Paulo foram os primeiros escritos do NT. Não se sabe quando os Evangelhos e elas foram acoplados, mas já no fim do I século estavam reunidos num só livro. As Epistolas Católicas (universais) são chamadas assim por se destinarem à Igreja em geral, e não a tal ou qual comunidade, como fizera Paulo. Elas também se originaram da necessidade pastoral, e já no começo do II século estavam incorporadas aos outros escritos do NT. Os Atos dos Apóstolos podem ser considerados a continuação do terceiro Evangelho, pois também foi escrito por Lucas. E o Apocalipse de S.João, livro profético, foi acrescentado por último. Nos escritos do NT, freqüentemente se encontram citações do AT. É que muitas vezes os Apóstolos queriam tirar dúvidas sobre certas passagens, que tinham falsa interpretação. Nas assembléias, eram lidos escritos do AT e do NT, para explicá-los. Exemplo disto temos em I Tes 4,15; I Cor 7,10.25.40; At 15, 28; I Tim 5,18; Lc 10,7. 8. O Cânon Sagrado No século IV, a Igreja se reuniu em Concilio em Nicéia, e uma das tarefas era organizar o "cânon", ou a lista de livros sagrados considerados autênticos. Neste Concilio, os livros foram estudados e se investigou quais os que sempre foram lidos nos cultos e sempre foram considerados legítimos. E se estabeleceu a ordem ainda hoje conservada. O motivo pelo qual alguns livros foram postos em dúvida era a grande quantidade de livros apócrifos, que fazia com que se duvidasse dos verdadeiros. Havia muitos livros que os judeus não aceitavam. Então os Ss. Padres ponderaram os prós e contras e definiram a lista que foi aprovada."
às novembro 22, 2017 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Significado de Religião



O QUE É RELIGIÃO:
Religião é uma fé, uma devoção a tudo que é considerado sagrado. É um culto que aproxima o homem das entidades a quem são atribuídas poderes sobrenaturais. É uma crença em que as pessoas buscam a satisfação nas práticas religiosas ou na fé, para superar o sofrimento e alcançar a felicidade.
Religião é também um conjunto de princípios, crenças e práticas de doutrinas religiosas, baseadas em livros sagrados, que unem seus seguidores numa mesma comunidade moral, chamada Igreja.
Todos os tipos de religião têm seus fundamentos, algumas se baseiam em diversas análises filosóficas, que explicam o que somos e porque viemos ao mundo. Outras se sobressaem pela fé e outras em extensos ensinamentos éticos.
Cristianismo
Cristianismo vem da palavra Cristo, que significa Messias, pessoa esperada, o redentor. É uma doutrina que acredita que Deus é o criador do universo e de toda a vida do planeta. O Cristianismo é um desdobramento do Judaísmo. Todas as formas de cristianismo obedecem às mesmas escrituras, veneram o Deus de Israel e consideram Jesus como o Cristo, Filho de Deus e Salvador da humanidade.
O cristianismo tem na Bíblia o livro sagrado dos cristãos e na Igreja o local da pregação dos ensinamentos de Cristo, através de seus Sacerdotes. As principais religiões ligadas ao Cristianismo são o Catolicismo, a Ortodoxa e o Protestantismo.
Catolicismo
Catolicismo é a religião dos cristãos, uma vertente do cristianismo, formado pela Igreja Católica Apostólica Romana, que tem seu centro no Vaticano e reconhece a autoridade suprema do Papa. O catolicismo é uma doutrina que além do culto a Jesus, enfatiza o culto a Virgem Maria e a diversos Santos.
A religião católica ou catolicismo tem a Bíblia como seu Livro Sagrado, e através dele transmite os ensinamentos do Evangelho de Cristo. O crucifixo é o símbolo maior da catolicismo, pois simboliza a cruz na qual Jesus Cristo morreu.
O catolicismo é uma doutrina que acredita na preparação dos fieis para a salvação de sua alma, que após a morte subirá ao paraíso, onde gozará o descanso eterno.
Religião ortodoxa
Religião ortodoxa é uma doutrina que teve sua origem no cristianismo, com a divisão da Igreja Católica em Católica do Ocidente e Ortodoxa do Oriente. A Igreja Ortodoxa é portanto um ramo da Igreja Católica, com pequenas diferenças em seus dogmas.
A religião ortodoxa ou Igreja Católica Ortodoxa, se define como a correta e verdadeira Igreja criada por Jesus Cristo, e que se manteve fiel a verdade, transmitida desde os Apóstolos até os dias de hoje.
A Igreja Ortodoxa é formada por várias igrejas autônomas e Patriarcados autocéfalos, onde a autoridade suprema é uma junta governante, o Santo Sínodo Ecumênico, onde a unidade tem origem na doutrina, na fé, nos cultos e sacramentos.
Protestantismo
Protestantismo é uma religião que adotou as doutrinas desenvolvidas na Europa, no século XVI, como resultado dos movimentos para reformar a Igreja Católica. O protestantismo é um dos ramos do cristianismo, que surgiu do movimento que rejeitou a autoridade romana e estabeleceu reformas nacionais em vários países do norte da Europa, como o Luteranismo na Suécia e parte da Alemanha, o Calvinismo na Escócia e em Genebra e o Anglicanismo na Inglaterra.
Protestantes seriam então, aquelas igrejas oriundas da Reforma, que apesar de surgirem posteriormente, obedecem aos princípios gerais do movimento reformista.
Judaísmo
O judaísmo é a religião dos judeus. É a mais antiga das religiões monoteístas do mundo. O judaísmo acredita na existência de um único Deus, que criou o universo. De acordo com algumas correntes do Judaísmo, Jesus Cristo foi um bom professor e para outros, foi um falso profeta.
Ao contrário do Cristianismo, o Judaísmo não vê Jesus como Filho de Deus, enviado para salvar o ser humano. Por esse motivo, os crentes no Judaísmo esperam até hoje pelo enviado de Deus para salvação do povo.
O judaísmo é um modo de vida, associado a uma combinação de fé e convicções religiosas. O judaísmo é uma religião da família, e grande parte da fé judaica é baseada nos ensinamentos recebidos no lar. O Torá ou Pentateuco é considerado o livro sagrado dos judeus. Os cultos judaicos são realizados nas sinagogas e são comandados por um rabino. O símbolo sagrado é o  Menorá, um candelabro com sete braços, que representa a luz e inspiração divina que se propagam no mundo.
Islamismo
Islã é uma palavra árabe que significa submissão, aqueles que obedecem Alá.
O islamismo foi fundado pelo profeta Maomé, nascido em Meca, por volta de 570, na Arábia Ocidental. O que aceita a fé do islamismo é chamado de muçulmano. O livro sagrado é o Corão, onde a palavra de Deus foi revelada ao profeta Maomé. O templo é a mesquita.

às novembro 22, 2017 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

LUTERO, UMA BIOGRAFIA QUE MUDOU A HISTÓRIA



O aniversário dos 500 anos da Reforma Protestante ocorrerá em 31 de outubro de 2017 e à medida que o evento se aproxima, seminários, congressos, documentários e uma safra de excelentes livros começam a ser produzidos e publicados. No Brasil, surge pela primeira vez traduzida em nosso português, a obra “Martinho Lutero, um destino”, do notável historiador francês Lucien Febvre. O livro foi publicado em 1928, com traduções para o inglês, espanhol, português lusitano, mas apenas agora, temos uma edição brasileira. Tal atraso é ainda mais absurdo se pensarmos que foi uma obra fundamental para a renovação tanto dos estudos sobre religião, quanto sobre a própria história. A biografia de Lutero, por Febvre, foi precursora da renovação dos estudos históricos pela célebre escola dos Annales, procurando compreender o mundo em que Lutero estava inserido, a forma como ele compreendia o seu tempo e as questões que afetavam a Igreja. Renovava assim, o trabalho do historiador, pois não era mais a velha biografia, centrada em datas e eventos. Fazia o mesmo com a análise religiosa, pois nem era uma hagiografia nem se destinava a condenar o reformador, além de não tratar a religião como ‘ópio’ nem como algo ‘irracional fadado a desaparecer’. 
Febvre escapou, assim, dos dois grandes modelos de estudo que cercavam a religião entre duas armadilhas. Ou a religião era o ‘ópio do povo’, um aspecto do mundo ideológico, reflexo da realidade material, ou era uma etapa primitiva do pensamento humano, destinada inexoravelmente a desaparecer com o avanço da razão e da sociedade moderna e industrial. Febvre analisou o século 16 de Lutero buscando as lógicas internas de funcionamento daquela época, sem considerá-la uma etapa que seria vencida e superada no futuro pelo racionalismo moderno. Procurando conhecer o que chamava de ‘utensilagem [ou utensílios] mentais’, o autor procurou compreender a forma de Lutero ver o seu mundo e posicionar-se diante dele. Seu interesse pela mentalidade do homem moderno já havia produzido um grandioso estudo sobre o francês Rabelais, contemporâneo de Lutero e igualmente crítico do mundo religioso da época. Lucien Febvre trilhava um caminho novo, diferente daquele feito por muitos que se afirmavam marxistas ou weberianos. 
A circulação da edição brasileira da biografia de Lutero, portanto, deverá ensejar boas provocações entre os curiosos e estudantes da história das religiões, conhecendo um clássico escrito por um dos mais respeitados historiadores do século 20. Um livro sem parvoíces do tipo ‘a religião é o ópio do povo’ ou como ‘uma forma mítica de explicar o mundo que desaparecerá com a expansão da ciência’, e que, tampouco toma a Reforma como uma ruptura abrupta, um rompimento espetacular com o mundo medieval. Pelo contrário, somos surpreendidos pela busca da compreensão dos modos de pensar e de sentir do homem que viveu em um mundo em transição, que foi Lutero, que titubeou em diversos momentos, antes de definir-se como pensador seguro, sagaz e maduro, articulador de uma nova forma de exercício da fé cristã. Uma análise interdisciplinar que busca se aproximar da mentalidade dos homens que viveram o início dos tempos modernos. Este é, sem dúvida, um excelente presente para o aniversário da Reforma.
às novembro 02, 2017 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Os Senhores de Roma: Nero

Nero foi um imperador romano do ano de 54 a 68 da era cristã. Até hoje é uma das figuras históricas mais polêmicas de todos os tempos. Seu nome completo era Nero Cláudio Augusto Germânico. Nasceu na cidade de Anzio (na atual Itália) no dia 15 de dezembro de 37.

Biografia e vida política
Nero tornou-se imperador romano com 16 anos em 13 de outubro de 54, numa época de grande esplendor do Império Romano. Nos cinco primeiros anos de seu governo, Nero mostrou-se um bom administrador. Na política, usou a violência e as armas para combater e eliminar as revoltas que aconteciam em algumas províncias do império.
Nero tinha muitos caprichos pessoais. Por exemplo, imaginava-se um grande artista e obrigava as pessoas passarem horas assistindo as suas apresentações de canto, declamação de poesia e dança. Supunha-se o maior artista da civilização greco-romana e ai de quem não achasse!
Certa vez, apaixonou-se por um jovem escravo e então mandou que cortassem fora os órgãos genitais do rapaz para que ele ficasse parecido com uma moça. Horrível não?
No tocante às guerras de expansão, Nero demonstrou pouco interesse. De acordo com os historiadores da antiguidade, empreendeu apenas algumas incursões militares na região da atual Armênia.

Suas decisões políticas, militares e econômicas eram fortemente influenciadas por algumas figuras próximas. Entre elas, podemos citar sua mãe, Agripina, e seu tutor, Lucio Sêneca.

O que mais marcou a história de Nero foi o caso do incêndio que destruiu parte da cidade de Roma, no ano de 64. Porém, de acordo com alguns historiadores, não é certa a responsabilidade de Nero pelo incidente. O imperador estava em Anzio no momento do incidente e retornou à Roma ao saber do incêndio. Os que apontam Nero como culpado baseiam-se nos relatos de Tácito. Este afirma que havia rumores de que Nero ficou cantando e tocando lira enquanto a cidade queimava. Conta-se que ele colocou fogo na cidade porque precisava de inspiração para compor um poema.

O fato é que Nero culpou e ordenou perseguição aos cristãos, acusados por ele de serem os responsáveis pelo incêndio. Muitos foram capturados e jogados no Coliseu para serem devorados pelas feras. O espetáculo dos cristãos não foi suficiente para alegrar a população que estava descontente com as suas loucuras. Nero teve que fugir e para não cair nas garras dos inimigos, ordenou que um escravo o matasse.

Além deste episódio, outros colaboraram para a fama de imperador violento e desequilibrado. No ano de 55, Nero matou o filho do ex-imperador Cláudio. Em 59, ordenou o assassinato de sua mãe Agripina. Nero morreu em Roma, no dia 6 de junho de 68, colocando fim a dinastia Julio-Claudiana. Suas últimas palavras foram "Que grande artista morre comigo!"

às novembro 01, 2017 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Relação nominal dos prefeitos de Itapajé

http://cesariopinto.blogspot.com.br/2011/11/era-dos-prefeitos-em-itapaje.html
às fevereiro 22, 2017 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

LISTA DE TODOS OS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA

http://www.catolicismoromano.com.br/content/view/1105/40/
às fevereiro 22, 2017 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Postagens mais recentes Postagens mais antigas Página inicial
Assinar: Comentários (Atom)

Os 30 lugares mais bonitos do mundo

Os 30 lugares mais bonitos do mundo Lugares mais bonitos do mundo 1. Lake Powell, Utah/Arizona – EUA 2. Parque Nacional dos Lago...

  • História de Itapajé
    HISTÓRIA ITAPAJÉ O primeiro H Etimologia O topônimo  Itapajé  vem do  tupi-guarani   ita  (pedra) e  pajé  (feiticeiro indígena...
  • Os 30 lugares mais bonitos do mundo
    Os 30 lugares mais bonitos do mundo Lugares mais bonitos do mundo 1. Lake Powell, Utah/Arizona – EUA 2. Parque Nacional dos Lago...
  • Classes sociais do imperio romano
    Sociedade Romana História da Sociedade romana, classes, divisão social em Roma Antiga, composição, grupos sociais, Império Romano C...

Sou professor e trabalho na escola particular e municipal

Unknown
Ver meu perfil completo

Arquivo do blog

  • ▼  2017 (7)
    • ▼  novembro (5)
      • Os 30 lugares mais bonitos do mundo
      • ORIGEM E FORMAÇÃO DA BÍBLIA
      • Significado de Religião
      • LUTERO, UMA BIOGRAFIA QUE MUDOU A HISTÓRIA
      • Os Senhores de Roma: Nero
    • ►  fevereiro (2)
      • Relação nominal dos prefeitos de Itapajé
      • LISTA DE TODOS OS PAPAS DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓL...
  • ►  2016 (6)
    • ►  julho (3)
    • ►  janeiro (3)
  • ►  2015 (44)
    • ►  novembro (6)
    • ►  agosto (1)
    • ►  julho (13)
    • ►  junho (24)

Denunciar abuso

Relogio e calendário


Dicio.com.br

Datas Comemorativas

Leia mais: Hoje é dia de que? Datas comemorativas - A arte da vida. Apon HP http://www.aponarte.com.br/p/hoje-e-dia-de-que-e-amanha_09.html#ixzz3dhz2OCnf Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
  • Página inicial

Pesquisar este blog

Tema Marca d'água. Tecnologia do Blogger.