A história estuda o passado e o presente dos grupos sociais, procurando fazer uma comparação entre os fatos atuais e os fatos antigos. Estuda os acontecimentos ocorridos na vida de diferentes povos em diferentes épocas.
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Conceito de Geografia
Conceito
Geografia é uma ciência que estuda as características da superfície do planeta Terra, os fenômenos climáticos e a ação do ser humano no meio ambiente e vice-versa.
Importância do estudo
A Geografia é uma ciência muito importante, pois permite ao homem compreender melhor o planeta em que vive. Para isso, esta ciência dispõe de diversos recursos matemáticos e tecnológicos. A estatística, por exemplo, é muito usada na área da pesquisa populacional. Os satélites são fundamentais na elaboração de mapas, além de fornecerem dados importantes para a verificação de mudança na vegetação do planeta.
No Brasil, o estudo da Geografia é obrigatório para os alunos do Ensino Fundamental e Médio e deve ser oferecido pelas escolas.
Principais áreas da Geografia e exemplos de temas
estudados por cada área:
- Geografia Física: relevo, rios, vegetação.
- Geografia Humana: população (crescimento demográfico, alfabetização, migração, etc).
- Geografia Política: relações políticas, conflitos entre nações.
- Cartografia: elaboração e interpretação de mapas.
- Geografia Turística: desenvolvimento do turismo mundial e regional.
- Geografia Urbana: desenvolvimento das cidades, planejamento urbano.
- Geografia Social: problemas sociais (violência, desemprego, falta de habitação).
- Geografia Agrária: questões ligadas ao campo (meio rural).
- Geomorfologia: formas da superfície terrestre.
- Climatologia: climas, temperatura e fenômenos climáticos (seca, furacões, tempestades).
- Hidrografia: estudo dos recursos hídricos (mares, rios, lagos, oceanos).
Curiosidades:
- O profissional que atua em Geografia é conhecido como Geógrafo.
- O dia do Geógrafo é comemorado em 29 de maio.
O que estudamos em geografia
Geografia é uma ciência que estuda as características da superfície do planeta Terra, os fenômenos climáticos e a ação do ser humano no meio ambiente e vice-versa. A Geografia é uma ciência muito importante, pois permite ao homem compreender melhor o planeta em que vive.
sábado, 21 de novembro de 2015
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Cultivo de papoula
Papoula, a dormideira
(Papaver somniferum)

(Papaver somniferum)
Por: Rose Aielo Blanco*
A papoula é conhecida há mais de 5 mil anos - os sumérios já a utilizavam para combater problemas.
Os antigos comiam a flor inteira ou a maceravam para obter o sumo.
Na Mesopotâmia, curavam-se doenças como insônia e constipação intestinal com infusões obtidas a partir da papoula.
Os antigos comiam a flor inteira ou a maceravam para obter o sumo.
Na Mesopotâmia, curavam-se doenças como insônia e constipação intestinal com infusões obtidas a partir da papoula.
A papoula foi
muito conhecida nos tempos remotos, tinha muito prestígio
entre os médicos da Grécia antiga. Na mitologia grega era relacionada
a Hipnos, o deus do sono, pai de Morpheu -
que a tinha como planta favorita e, por isso, era
representado com os frutos desta planta na mão. Há também
uma estreita relação entre a papoula e a deusa grega Nix, a Noite. Deusa das Trevas, filha do Caos,
é na verdade a mais antiga das divindades.
Freqüentemente, ela é representada coroada de papoulas e
envolta num grande manto negro e estrelado. Em muitas
referências ela se localiza no Tártaro, entre o Sono e a Morte, seus dois filhos. Os romanos não a representavam em um carro, mas sempre adormecida.
A papoula é
conhecida há mais de 5 mil anos - os sumérios já a utilizavam
para combater problemas. Os antigos comiam a flor inteira ou a
maceravam para obter o sumo. Na Mesopotâmia, curavam-se
doenças como insônia e constipação intestinal com infusões
obtidas a partir da papoula. Mais tarde, os assírios e
depois os babilônios herdaram a arte de extrair o suco
leitoso dos frutos para fazer remédios.
Hipócrates foi um
dos primeiros a descrever seus efeitos medicinais contra diversas
enfermidades. Há quem defenda que mais tarde, um médico grego em
Roma, padronizou a preparação do ópio com uma fórmula (o
mitridato) e a receitava aos gladiadores. O uso do ópio
difundiu-se pela Europa no início do século XVI, mas
sofreu forte combate quando a Igreja Católica começou a
controlar os remédios. Foi por essa época que Paracelso, o
famoso médico e alquimista suíço, elaborou um concentrado de suco
de papoula - o láudano, que teria o poder de curar muitas
doenças e até de rejuvenescer. A disseminação desta crença
levou à popularização do seu uso em todo o mundo
ocidental. Com o tempo e com a expansão das rotas
comerciais, o ópio acabou por se tornar uma droga universal.
Por volta de 1803,
o cientista alemão Frederick Sertuener, observando que os
diferentes subprodutos da papoula produziam efeitos diversos,
procurou isolar os elementos narcóticos do ópio. Assim, ele obteve
um cristal alcalóide de efeito muito intenso: era a
morfina.
Dormideira
A papoula é uma
planta da Família das Papaveráceas, também conhecida como
dormideira. É uma herbácea anual que apresenta propriedades alimentares,
oleaginosas e medicinais. A planta apresenta um caule
alto e ramificado, com folhas sésseis e ovaladas. As
flores são grandes, brancas, rosas, violáceas ou
vermelhas, e o fruto é uma cápsula. Por toda a planta
circula um látex branco. Todas as partes da papoula são consideradas
venenosas, com exceção das sementes maduras.
O ópio é
retirado a partir do látex encontrado nas cápsulas que não
atingiram a maturação. Ao se fazer cortes na cápsula da papoula, quando
ainda verde, obtém-se um suco leitoso, o ópio (em grego,
refere-se a suco), que contém cerca de 25 alcalóides - o
mais importante deles é a morfina, presente em até 20% no
ópio.
Os nomes relacionados à papoula são bem sugestivos O nome científico da planta "somniferum" (relacionado a sono) e a origem do nome "morfina" (relacionada ao deus da mitologia grega Morfeu,
o deus dos sonhos) nos levam a compreender os efeitos que
o ópio e a morfina podem produzir: são depressores do
sistema nervoso central. Além disso, o ópio ainda contém
outras substâncias, como a codeína, e é dele também que se
obtém a heroína, uma substância semi-sintética, resultado
de uma modificação química na fórmula da morfina.
Todos os
alcalóides do ópio são narcóticos. O maior problema dos opiáceos
é o seu poder de provocar dependência. Tanto a morfina, como o
seu derivado, a heroína, criam uma euforia de sonhos,
seguida de uma sedação associada a uma sensação de bem
estar. Entretanto, o uso constante e prolongado leva a um
envenenamento crônico que pode causar deterioração física e
até a morte. Os períodos de abstinência da droga são marcados
por náuseas, insônia e intensas dores musculares.
Em alguns
lugares do mundo o cultivo da papoula é permitido. É o caso
da Tasmânia e da Tailândia. Lá, os membros do grupo dos Hmong
(oriundos da China) cultivam a papoula e usam uma parte da
flor para suas cerimônias religiosas. O governo da
Tailândia lhes deu permissão especial para cultivar esta
planta. Entretanto, se algum membro da tribo é encontrado
fora da comunidade com a papoula, é detido imediatamente, o que gera consequências para toda a comunidade.
Ficha da Planta
Papoula
Nome científico: Papaver somniferum
Família: Papaveráceas
Origem: Ásia
Floração: verão
Propagação: por sementes
Mistura de solo ideal para cultivo: rica em matéria orgânica, pode-se usar uma mistura de 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal e 2 partes de composto orgânico
Luminosidade: precisa de muita luz, o ideal é que receba luz solar direta apenas nos horários mais amenos do dia (pela manhã ou à tarde)
Clima ideal: ameno
Regas: deve ser regada regularmente, mas o solo não deve nunca ficar encharcado.
Nome científico: Papaver somniferum
Família: Papaveráceas
Origem: Ásia
Floração: verão
Propagação: por sementes
Mistura de solo ideal para cultivo: rica em matéria orgânica, pode-se usar uma mistura de 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal e 2 partes de composto orgânico
Luminosidade: precisa de muita luz, o ideal é que receba luz solar direta apenas nos horários mais amenos do dia (pela manhã ou à tarde)
Clima ideal: ameno
Regas: deve ser regada regularmente, mas o solo não deve nunca ficar encharcado.
* Rose Aielo Blanco é jornalista e editora do Jardim de Flores
Onde
encontrar: Kit Vamos Plantar Papoula está à venda na www.lojadojardim.com
segunda-feira, 6 de julho de 2015
sexta-feira, 3 de julho de 2015
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Educar não é tarefa exclusiva do Estado
É
preciso redobrar a atenção e participar da luta para que o Plano
Nacional de Educação não exclua a família do processo educativo
A sociedade brasileira está convocada a conhecer as mudanças em curso
no campo da educação. Um tema de interesse social incontestável. A
educação é decisiva na vida de cada cidadão e no conjunto da cultura.
Por isso mesmo, os processos educativos precisam ser bem acompanhados
para evitar desvios e descompassos. Equívocos na condução desse campo
podem condenar gerações a pagar alto preço. Nesse momento, a educação
está em pauta e todos, particularmente as famílias, pensando no futuro
das crianças e dos jovens, devem se informar e acompanhar tudo o que se
propõe para essa área estratégica. Nesse caminho, é importante conhecer o
documento final da 2ª Conferência Nacional de Educação (CONAE 2014),
realizada entre 19 e 23 de novembro do ano passado.
Um aspecto positivo é a parceria entre Congresso Nacional, sistemas
de ensino, órgãos educacionais e a sociedade civil, em busca de uma
articulação da educação nacional como uma política de Estado. Os
desdobramentos desse processo devem levar os vereadores de todos os
municípios e os deputados estaduais a se empenharem na busca da
efetivação do que é indicado no Plano Nacional de Educação. Mas para que
ocorram avanços, todos os cidadãos precisam conhecer as propostas,
refletir e expor suas convicções para os representantes do povo. É
importante observar, especialmente, os interesses da família,
instituição de imensurável relevância na sociedade.
Não se pode iludir diante da nefasta consideração de que a
instituição familiar é algo antiquado. Também é inadequado o
questionamento a respeito do modelo de família cristã, referência não
apenas para os que professam a fé, pois é sustentáculo incontestável e
imprescindível de toda a sociedade. Nesse sentido, é preciso
redobrar a atenção e participar da luta para que o Plano Nacional de
Educação não exclua a família do processo educativo. Educar não é tarefa
exclusiva do Estado. Reivindica-se que o Estado consiga
cumprir a sua tarefa de promover um ensino qualificado, missão que
lamentavelmente ainda não é bem exercida. Porém, para o Estado avançar
no exercício desse dever, precisa decisivamente da contribuição das
famílias, importantes comunidades educativas.
É no contexto familiar que o homem e a mulher são educados para
viveram a plenitude de sua dignidade pessoal, em todas as dimensões. Há
valores que só podem ser aprendidos na família. Por isso, a inclusão da
prejudicial ideologia de gênero no Plano Nacional de Educação é motivo
de preocupação. Trata-se de uma ideologia com fragilidades
antropológico-culturais que, ao ser inserida no Plano Nacional,
determinará o ensino de que ninguém nasce homem ou mulher, mas que deve
construir sua identidade, isto é, o seu gênero, ao longo da vida. Gênero
seria uma construção pessoal. As crianças não deveriam aprender que são
meninos e meninas. Essa absurda compreensão estaria no material
didático e o papel educativo da família seria anulado e usurpado. O
poder educativo ficaria concentrado nas mãos do ente federado, a partir
da orientação de uma ideologia nefasta. Por isso, afirmou bem o Papa
Francisco que a “ideologia de gênero é contrária ao plano de Deus”.
Atenção, reflexão e acompanhamento são necessários porque muitos
princípios e objetivos regem o Plano Nacional de Educação. As metas
incluem a promoção da alfabetização, a universalização do atendimento
escolar, melhoria da qualidade da educação, formação para o trabalho e
para a cidadania, a promoção do princípio da gestão democrática da
educação e, também, a promoção humanística, científica, cultural e
tecnológica do País. Esse documento estabelece, ainda, meta de aplicação
de recursos públicos em educação, a partir do produto interno bruto,
para assegurar atendimento às necessidades de expansão, com padrão de
qualidade e equidade. Além disso, o plano contempla a valorização dos
profissionais da educação, a promoção dos princípios do respeito aos
direitos humanos, à diversidade e à sustentabilidade socioambiental.
Porém, a inclusão da chamada ideologia de gênero no Plano Nacional de
Educação é ponto crucial que exige atenção e posicionamento dos
cristãos e de todos os que não admitem a desconsideração de valores
antropológicos inegociáveis. É urgente conhecer minimamente o assunto em
questão. De modo rápido, todo cidadão deve buscar o diálogo com
vereadores e deputados estaduais para que a ideologia de gênero seja
radicalmente rechaçada. A sociedade não pode correr o risco de sofrer
prejuízos irreversíveis. A educação está em pauta e é preciso,
urgentemente, agir em defesa da família.
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